Museu Histórico apresenta mostra visual sobre a realidade e o universo feminino

Museu Histórico apresenta mostra visual sobre a realidade e o universo feminino

Obras da exposição "Somos Muitas" foram produzidas a partir de diálogos e memórias que revelam a mulher como membra ativa da sociedade.

O Museu Histórico de Londrina abre neste sábado (30) a exposição “Somos Muitas”, que reúne obras de três artistas visuais de São Paulo, Cris Suiter, Marianne Lépine e Zucapaula. As obras foram produzidas a partir de diálogos críticos e reflexivos, memórias coletivas e individuais, que refletem a atuação da mulher como membra ativa na sociedade, com papel potente na construção da cidadania e na produção de conhecimento. A mostra fica aberta até 2 de outubro, com visitas de terça a sábado, das 9h às 17h. Aos domingos, o Museu estará aberto das 13h às 17h.

Segundo a curadora da exposição, Jô Vigorito, as três artistas possuem trajetórias diversas, mas em comum trazem a necessidade de buscar formas de expressar a arte, as emoções e a visão de mundo. “São mulheres múltiplas, talentosas, com ampla capacidade criativa, de gestão e de resolução de problemas. A mostra não levantará bandeiras, apresentará a sensibilidade, a curiosidade e o senso de justiça de três artistas, que enfrentam preconceitos e violências pelo simples fato de serem mulheres”, define a curadora.

Exposição do Museu Histórico de Londrina abre no dia 30 de julho, às 19h, e vai até o dia 02 de outubro, com curadoria de Jô Vigorito.
Divulgação

As artistas

Cris Suiter apresenta sua série “Invólucros”. Segundo a própria artista, são obras que trazem o tema da discriminação, que prejudica o reconhecimento e a igualdade de direitos fundamentais do ser humano, apesar da legislação brasileira considerar crime o ato discriminatório.

Marianne Lépine mostra duas séries: “Mulheres” e “Cotidiano”, que representam o universo de trabalho da mulher no dia a dia do lar. Mulheres que ainda são vistas como menores na nossa sociedade, a qual guarda resquícios muito fortes de uma cultura historicamente machista.

Zucapaula propõe uma reflexão sobre as relações humanas, mas seu foco é o urbano. A cidade que abriga a complexa relação entre o individual e o coletivo. Na Série “Artérias”, os traçados urbanos são planejados, mas também se fazem a partir das relações humanas, geográficas, de limites e perímetros que podem ser físicos, sociais e imaginários. Esses traçados alteram a morfologia dos espaços que ocupam.

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