Startups do Vale do Silício são tema de formação complementar do Direito

Startups do Vale do Silício são tema de formação complementar do Direito

Atividades é vinculado ao Programa de Formação Complementar Direito e Tecnologia, do curso de Direito.

Reinaldo C. Zanardi

Agência UEL


“Demonstrar as razões pelas quais o Vale do Silício se tornou um polo atrativo para a abertura de startups em termos negociais e jurídicos”. Este é o objetivo do evento “Startups no Vale do Silício” (Silicon Valley), que será realizado nesta quarta-feira (30) e que tem na coordenação das atividades, a professora Temis Chenso Rabello Pedroso, do Departamento de Direito Privado, do Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA) da UEL. As inscrições podem ser feitas – AQUI.

O evento é vinculado ao Programa de Formação Complementar Direito e Tecnologia. A professora Temis Chenso Pedroso afirma que o programa nasceu da sua experiência ao morar por dois anos no Vale do Silício, que fica na região da Baía de São Francisco, na Califórnia (EUA). O Vale é conhecido por sediar empresas de tecnologia como Apple, Facebook e Google. “Tive a oportunidade de vivenciar um pouco da realidade do Vale do Silício, que é, sem dúvidas, o maior polo tecnológico mundial”, afirma a professora. 

Ela lembra que a China desponta com força no cenário internacional de tecnologia, mas que o Vale do Silício ainda é o lugar que reúne os gigantes da tecnologia, empresários e investidores. A região atrai muitos empreendedores que lançam seus negócios. Temis lembra ainda que o vale começou a se despontar como polo de atração tecnológico nos anos 1990. Na atividade de amanhã, a programação abordará a mentalidade de desenvolvimento de negócios. Confira o áudio.

Programação – Participam da do evento “Startups no Vale do Silício” dois convidados, Natasha de Castro, fundadora da Wish International Events Management, empresa global do ramo de Mice (meetings, incentives, conventions and exhibitions) e Alexandrade Hadade, fundador da Arizona, empresa do ramo de tecnologia  e produção crossmedia para o marketing.

Temis Chenso Pedroso afirma que o modelo de startup não é ligado obrigatoriamente à tecnologia, como muita gente imagina. Para ela, a grande possibilidade desse sistema é o crescimento a um custo baixo. “O que acho interessante é que a startup traz realmente uma novidade, que pode ser um modelo de negócio, pode ser no resultado final, de inovação, de solução de um problema”, comenta a professora, lembrando que – por isso – o negócio é de alto risco. “Porque pode dar certo ou pode dar errado”.

A professora lembra que este é o primeiro evento do Programa de Formação Complementar Direito e Tecnologia e que outras atividades serão realizadas para discutir a interseccionalidade dessas duas áreas (direito e tecnonologia). Ela adianta que serão realizadas atividades para debater, por exemplo, temas como democracia digital, big data e inteligência artificial.

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