Diretoria de Serviços Gerais foca em ações de paisagismo para embelezar a universidade

Diretoria de Serviços Gerais foca em ações de paisagismo para embelezar a universidade

Aposta nas ações de jardinagem e paisagismo e no plantio de mudas e flores para deixar a UEL mais bonita

Willian C. Fusaro

Agência UEL


Com o adiantamento das ações de poda de árvores e mato, a Diretoria de Serviços Gerais (DSG), da Prefeitura do Campus Universitário (PCU), aposta nas ações de jardinagem e paisagismo e no plantio de mudas e flores para deixar a UEL mais bonita. A partir de maio, o diretor de Serviços Gerais da Prefeitura, Daniel Souza de Oliveira Corrêa, acredita que as ações de embelezamento da Universidade serão intensificadas.

Conforme a época de chuvas vai passando, o mato dá uma trégua para os jardineiros da Universidade. Desde o início do ano até maio, foram realizadas cinco roçagens no terreno do Campus. Muitas dessas ações são feitas em parceria com funcionários da Fazenda Escola, que cedem equipamentos e insumos para a Prefeitura do Campus.

“Hoje, devido ao apoio da administração, conseguimos nos concentrar na limpeza geral dos Centros, manutenção de calçadas, cuidado com as rotatórias, entre outras ações, além da poda regular das árvores, da retirada de árvores velhas e comprometidas e do mato alto”, explica. O responsável pela jardinagem do Campus é o técnico em meio ambiente Matheus Fernandes Paim.

Serviços de jardinagem e paisagismo aumentam a visibilidade e a segurança no Campus
Poda de galhos aumenta a visibilidade e a segurança no Campus

A Diretoria de Serviços Gerais também acompanha o trabalho da Diretoria de Obras e Manutenção (DOM) no que diz respeito à poda de árvores em contato com fios de alta tensão. Desde o início do ano, seis dessas árvores foram podadas, de acordo com Corrêa, por oferecerem riscos à comunidade. Tem está sendo realizada chamadas podas de segurança, que fazem a retirada dos galhos mais rebaixados das árvores para ampliar a visibilidade do Campus.

Jardins de flores

Com o cessar das chuvas, resta mais tempo para a equipe se dedicar à jardinagem e paisagismo dos 1 milhão de m² que compõe o terreno da UEL. A meta da Prefeitura do Campus, segundo Corrêa, é embelezar rotatórias com canteiros de flores. “Ainda estamos aquém do ideal, mas está no nosso horizonte plantar canteiros nas rotatórias e centros de estudo. Por enquanto, estamos retirando flores e árvores secas desses espaços, para limpá-los para o plantio”, observa.

Além do Campus, os trabalhadores atuam no Museu Histórico de Londrina; Hospital Universitário (HU); Escritório de Aplicação de Assuntos Jurídicos (EAAJ); no antigo prédio da COU, no Centro; e em um antigo terreno na Avenida Juscelino Kubitschek, onde funcionava o antigo Restaurante Universitário (RU). Ao todo, são 10 funcionários para o trabalho, divididos em operadores de máquinas costais e tratores e coletores de materiais.

A batalha contra as formigas

Um antigo problema vem incomodando os jardineiros na hora de plantar flores e mudas: as formigas saúvas. A recente experiência de plantar flores no canteiro em frente à PR-445, segundo Corrêa, naufragou logo no início. “Nem bem plantamos as mudas e as formigas já acabaram com tudo”, lamenta.

Um projeto de pesquisa de Doutorado da estudante Juliana Fazam, do Programa de Pós-Graduação em Agronomia, do Centro de Ciências Agrárias (CCA), está contribuindo para o controle das saúvas no Campus. De acordo com o professor do Programa, Amarildo Pasini, orientador da estudante, o projeto “Comportamento da saúva limão submetida a folhas tratadas com substâncias inodoras e pós secos via contato corporal” tem feito importantes descobertas de novas substâncias para controle, menos nocivas ao homem e com reduzido impacto ambiental.

Universidade ocupada

A vocação natural da UEL para ser visitada e contemplada por si só já é um motivo para a manutenção do espaço. Desde há muito tempo, nos finais de semana, a Universidade sempre foi visitada por londrinenses e moradores da região. Eles se aventuram nos campos verdes para passear com o cachorro, fazer um piquenique em família ou exercitarem-se pela manhã.

Essas atividades diminuíram bastante com a pandemia, mas, segundo Corrêa, por ser um local aberto, os visitantes já começam a retornar aos poucos. “A Universidade é muito bonita e merece esse zelo”, comenta, lembrando que, com cultivos de plantas que não ofereçam muita manutenção, é possível manter a Universidade bonita sem sobrecarregar a equipe de jardinagem e paisagismo.

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