UEL participa do 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, em Manaus

UEL participa do 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, em Manaus

Promovido pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva, o Congresso teve como tema Interculturalidade, Ambiente e Saúde

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Agência UEL


A UEL foi representada pela professora Marselle Nobre de Carvalho, do Departamento de Saúde Coletiva e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), entre os dias 16 e 19 de setembro de 2026, no 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, realizado na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Manaus (AM).

Promovido pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o Congresso teve como tema “Interculturalidade, Ambiente e Saúde: os desafios do século XXI para uma vida em conexão com os territórios”. Em sua décima edição, o evento foi realizado pela primeira vez na região Norte do Brasil e reuniu cerca de 2 mil pesquisadores, docentes, estudantes, profissionais de saúde, gestores e integrantes de movimentos sociais. A proposta do encontro foi promover a produção de pensamento crítico sobre saúde e sociedade, com destaque para a pluralidade de saberes, a participação social, a equidade e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Participação na Comissão da Abrasco

Durante o Congresso, a professora do CCS participou de reunião da Comissão de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da Abrasco como representante do PPGSC/UEL, realizada no dia 16 de setembro de 8h30 às 17h00. Segundo ela, a participação integra a atuação da Universidade nos espaços nacionais de articulação e debate da Saúde Coletiva, aproximando pesquisadores e instituições de diferentes regiões do país.

(FOTO: Arquivo pessoal)

A professora também destaca a participação como mediadora da mesa-redonda Produção de cuidado e adensamento tecnológico na Atenção Primária”, realizada no dia 18 de setembro, no Auditório da Pós-Graduação da Faculdade de Psicologia da UFAM, que teve como expositoras Thais Coutinho (Desf/SAPS/MS) e Sofia Nader (SAPS/MS).

A mesa discutiu a Atenção Primária à Saúde (APS) como acesso preferencial e coordenadora do cuidado no SUS e os desafios para responder, de forma integral e resolutiva, às necessidades de saúde das pessoas e dos territórios. Entre os temas abordados esteve o adensamento tecnológico da APS como estratégia para ampliar sua capacidade de cuidado.

A professora Marselle considerou que esse processo não se restringe à incorporação de equipamentos, exames, ferramentas digitais e recursos diagnósticos e terapêuticos. Envolve também o fortalecimento das tecnologias relacionais, dos saberes profissionais, do trabalho em equipe e dos mecanismos de integração e coordenação das redes de atenção à saúde, conforme a proposta da mesa-redonda.

A participação no Congresso também possibilitou a divulgação do projeto nacional Fui Residente, desenvolvido pela cooperação entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL), com financiamento do Ministério da Saúde

A presença da professora no Congresso favoreceu a interlocução com pesquisadores, docentes, profissionais e estudantes de diferentes regiões brasileiras, além da aproximação com outros atores envolvidos com a formação de profissionais para a atenção primária do SUS.

UEL presente no debate nacional da Saúde Coletiva

A presença da UEL no evento contribui para fortalecer a inserção do Departamento de Saúde Coletiva e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UEL , do CCS, nas redes nacionais de ensino, pesquisa e cooperação no campo da Saúde Coletiva.

Realizado na Amazônia, o 10º Congresso reforçou ainda a importância de aproximar a produção de conhecimento dos diferentes territórios brasileiros. Conforme a própria Abrasco destacou na apresentação do evento, a escolha de Manaus expressou a necessidade de descentralizar geograficamente os debates científicos e reconhecer epistemologias, experiências e práticas de cuidado oriundas de territórios historicamente marginalizados.

(Com texto e informações de Assessoria – FOTOS: Arquivo pessoal)

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