Professor e jornalista da UEL resgatam memória do mais antigo repórter em atividade de Londrina

Professor e jornalista da UEL resgatam memória do mais antigo repórter em atividade de Londrina

Obra “Widson Schwartz, repórter. O colecionador de Histórias" será lançada quinta-feira (3), às 19h30, no Museu Histórico Padre Carlos Weis.

O professor sênior do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da UEL, Paulo Boni, e o jornalista Chico Amaro, que atuou durante décadas na Coordenadoria de Comunicação Social da UEL, são os autores do livro “Widson Schwartz, repórter. O colecionador de Histórias”, que será lançado nesta quinta-feira (3), a partir das 19h30, no Museu Histórico Padre Carlos Weis, no centro de Londrina. Em virtude da pandemia, a noite de autógrafos obedecerá os protocolos sanitários e de distanciamento social.

A obra é independente e teve o custo dividido entre os autores e a Rádio CBN de Londrina, onde o jornalista Widson apresenta o programa “O Repórter da História”, que faz recortes sobre fatos e entidades importantes da cidade. No lançamento, o livro será vendido a preço de custo, R$ 50,00, com tiragem de mil exemplares. A obra foi publicada pela Midiograf Gráfica e Editora.

Resgate – Com 308 páginas, o livro resgata fotografias e citações de reportagens assinadas por Widson em 50 anos de jornalismo. Os autores começaram o trabalho em março de 2018, a partir de relatos do jornalista, bastante conhecido em Londrina, com passagens por veículos importantes, entre eles a Folha de Londrina, onde foi admitido em 4 de maio de 1970. A própria contratação do repórter é retratada na obra, segundo relata Paulo Boni, Widson foi convidado pelo amigo de décadas, Jota Oliveira, que o apresentou ao editor do jornal, Walmor Macarini e ao proprietário da empresa, João Milanez.

Segundo Boni, o livro está concluído desde agosto passado, aguardando um fôlego da pandemia do Coronavírus para o lançamento. Segundo ele, Widson completa 80 anos de idade no próximo dia 20, considerado o mais antigo repórter de Londrina em atividade, uma vez que atua na rádio CBN e faz documentários e livros sob encomenda.

Dono de uma memória fantástica, segundo relata Paulo Boni, o jornalista mantém em sua casa um farto arquivo de reportagens publicadas, que contam uma parte da história da cidade e da região. Uma curiosidade é que Widson iniciou na profissão depois de trabalhar com produção publicitária, em Curitiba, na década de 1960. Como a tecnologia era bem diferente, os anúncios eram gravados em discos de acetato.

Ele chegou em Londrina em 1961, pelas mãos do radialista Raul Zanoni, que o convidou para trabalhar em um estúdio de gravação na cidade. Ainda atuando como técnico de áudio, ele foi operador de som em emissoras de rádio e televisão, incluvsive na antiga TV Coroados (atual RPC), onde trabalhou na mesa de corte, switcher de vídeo, equipamento usado para selecionar imagens.

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