UEL FM apresenta programa especial com a cantora Silvia Borba

UEL FM apresenta programa especial com a cantora Silvia Borba

Programa "Silvia Borba - uma voz carregada de emoção" também será apresentado sábado, às 15 horas. Além das ondas do rádio e no site, o programa pode ser ouvido no aplicativo da emissora.

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Agência UEL


“Não sei se eu gosto das canções antigas porque a minha voz remete a elas ou se a minha voz tem essa carga porque gosto dessas músicas”. Palavras da cantora Silvia Borba, que ganha um especial nesta quinta, às 17 horas, na Rádio UEL FM (107,9 MHz – UEL FM (107,9 MHz). O programa “Silvia Borba – uma voz carregada de emoção” também será apresentado sábado, às 15 horas. Além das ondas do rádio e no site, o programa pode ser ouvido no aplicativo da emissora, e reúne 12 temas – um passeio pelas músicas de Ary Barroso, Jacob do Bandolim, Cartola, Elton Medeiros, Batatinha, Capiba, Paulo César Pinheiro, Tom Jobim, Dolores Duran e João Nogueira.

Silvia Borba é servidora da UEL, atua no Laboratório de Bioquímica do Centro de Ciências Exatas (CCE). Nascida no Recife, em 1963, vive em Londrina desde 1994. Sua formação musical é uma mistura de influências: do gosto da família, dos rádios dos vizinhos e dos temas eruditos na casa dos patrões da mãe, que foi empregada doméstica de um músico da Orquestra Sinfônica do Recife e da Orquestra Armorial. Nessa quarentena, Silvia Borba gravou uma série de canções no YouTube e escolheu o repertório do especial da rádio – ASSISTA.

Dez músicos a acompanharam nas gravações para o YouTube – cada um de sua casa, com edição de áudio e vídeo de Arthur Borba, filho da Silva, estudante do curso de Música, do Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA). Além do próprio Arthur, participaram Marcos Santos, André Vercelino, Samuca Muniz, Guilherme Vilella,  Gustavo Gorla, Guinter Vieira, Germano Henning, Wilson Saraiva e Roberto Souza.  

Segundo ela, as canções antigas que interpreta demandam muito estudo. “São músicas que escuto desde a minha infância. Meu repertório desde sempre. Gosto também de músicas novas e canto, mas não posso esquecer o que me formou como cantora. São temas das décadas de 20, 30, 40 e 50 e que têm uma exigência de estudo maior. Então todo dia eu gravo, escuto, regravo”. 

Em sua trajetória na música, Silvia Borba cantou nos bares do Recife, com 20 anos, e depois foi estudar. Técnica em química, trabalhou na indústria e, em 1994, passou no concurso da UEL. Cantou no coro do Campus, em 2005, e integrou o grupo Entretantas, que nasceu no coro. Ela se define como “estudante eterna dos sambas choro e seus desdobramentos. Percussionista de roda de samba e choro. Aliás, amante de uma boa roda”.

Entre os especiais que montou e também participou como convidada estão Araci de Almeida, Geraldo Pereira, Cantoras do Rádio, Nelson Gonçalves, Paulinho da Viola, João Nogueira, Maria Bethânia e também Viva Elis. 

Silvia Borba é servidora da UEL, lotada no CCE

Visibilidade – Nessa pandemia, ela conta estar vivendo uma “visibilidade inusitada”. Convidada para cantar todas as noites nas lives de Teresa Cristina, viu seus seguidores no Instagram saltarem de 1700 para quase 8 mil. Silvia conta estar “trancada” em casa há mais de quatro meses e, ao mesmo tempo, “passeando” pelo país inteiro. Ela foi apresentada pra Teresa pela cantora e atriz londrinense Simone Mazzer, radicada no Rio de Janeiro. 

Silvia Borba também tem vivido, por meio de suas apresentações nas lives de Teresa Cristina, o reconhecimento de artistas que não imaginava. Caetano Veloso, por exemplo, disse que “ouvir a Silvia foi uma maravilha”; já Ronaldo Bastos a chamou de “menina Borba” e Mônica Salmaso, que ia interpretar um tema que a pernambucana cantou primeiro na live de Teresa Cristina, disse que foi lindo. “Quando eu ia pensar que eles iam me ouvir cantar e me elogiar?”, questiona Silvia, que brinca: “Estou me beliscando”. Recentemente, ela recebeu flores de Teresa Cristina e também um pezinho de arruda. 

Um seguidor da cantora carioca também repassou dinheiro para Silvia comprar um celular e equipamentos mais modernos que garantam qualidade para ela realizar e participar das apresentações nas redes sociais. “Com certeza absoluta vou ter que dar um jeito de conhecê-la quando a pandemia terminar”.

Silvia Borba já tem tempo de se aposentar da Universidade Estadual de Londrina e pretende se dedicar somente à música. Recentemente, ela foi tema de uma reportagem da TV UEL, da série especial Mulheres na UEL. Assista em TV UEL. O programa de Silvia Borba na UEL FM teve edição de Ricardo Lima e Patricia Zanin.

(Com texto e informações da UEL FM).

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