Professora da UEL representa o Norte do Paraná em Conferência Nacional dos ODS

Professora da UEL representa o Norte do Paraná em Conferência Nacional dos ODS

Olivia Orquiza, do Departamento de Arquitetura (CTU), é delegada no evento que debate estratégias para a Agenda 2030

A professora Olivia Orquiza, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo (CTU) esteve em Brasília participando da primeira edição da Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, evento criado com o objetivo central de sensibilizar, mobilizar e formar amplamente a sociedade brasileira em torno do debate público sobre a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A docente da UEL foi eleita recentemente a delegada representante do Norte do Paraná.

O evento encerra hoje (quinta, 2) e busca assegurar a participação social e a representatividade democrática na construção de propostas e estratégias eficazes para a implementação dos ODS no território nacional. Sob o tema central de fortalecimento da democracia e defesa dos direitos humanos, a conferência focou na estruturação de um novo modelo de desenvolvimento que seja socialmente justo, inclusivo, ambientalmente responsável e economicamente viável.

A Conferência pretende consolidar um paradigma de governança pública colaborativa no Brasil, integrando o planejamento governamental à participação ativa de diversos segmentos da sociedade civil e do setor privado.

Professora Olivia Orquiza (CTU) é delegada representante do Norte do Paraná (Foto: Arquivo Pessoal)

Conservação, inclusão social e políticas públicas

Orquiza participou ativamente da elaboração de três propostas no “GT de Transição Ecológica e Centralidade dos Territórios“. As propostas têm como eixo central a articulação entre sustentabilidade, inclusão social e valorização das comunidades locais, alinhando-se diretamente aos ODS.

As três propostas estruturam um plano complementar de desenvolvimento sustentável focado em conservação, inclusão social e políticas públicas. A primeira foca na proteção de biomas marinhos e territórios pesqueiros por meio de fiscalização, educação ambiental e regularização fundiária, visando fortalecer a pesca artesanal e a identidade cultural.

A segunda iniciativa busca o fortalecimento de comunidades vulneráveis urbanas e rurais, promovendo a segurança alimentar e a economia circular através de cozinhas solidárias, hortas e uma bolsa de incentivo financeiro para práticas regenerativas. Por fim, a terceira proposta sugere um programa interfederativo alinhado à Agenda 2030 para mapear e disseminar boas práticas, unindo o conhecimento acadêmico aos saberes tradicionais para criar um inventário de soluções que subsidie novas políticas de gestão territorial em escala nacional.

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